A adoção de bioinsumos impulsiona a eficiência produtiva e a recuperação da saúde do solo nas propriedades rurais. O manejo integrado, exemplificado pelo modelo de "soja inteligente", permite combinar biodefensivos e ferramentas convencionais, resultando em uma redução de até 81% no uso de ingredientes ativos por hectare em uma única safra. Aliada à aplicação de remineralizadores e matéria orgânica, essa transição diminui a dependência de fertilizantes químicos solúveis, fortalecendo a fertilidade biológica do sistema produtivo a médio e longo prazo.
O futuro do agronegócio não se mede em hectares, mas na eficiência em integrar tecnologia e vida no solo. O videocast AgLíderes revela o modelo de gestão onde a sanidade e a qualidade fundamentam a produção de alimentos. O equilíbrio do sistema produtivo apoia-se nos pilares econômico, social e ambiental. A Integração Lavoura-Pecuária (ILP) otimiza recursos e multiplica a produção de alimentos em mais de 40 vezes. Simultaneamente, o manejo regenerativo fixa mais carbono no solo do que emite, estabelecendo um ciclo climático positivo. O compromisso de deixar a Terra melhor do que encontramos norteia toda a operação. Essa diretriz é comprovada pela preservação de 24 mil hectares de floresta nativa e pela manutenção de mais de 50% da propriedade como matas e Áreas de Proteção Permanente.
O portal The AgriBiz destaca a revolução da "Super Cria", novo sistema de integração lavoura-vaca implementado pelo Grupo Roncador na Fazenda São Pedro da Mantiqueira. A iniciativa ataca o maior gargalo da pecuária nacional, elevando a taxa de prenhez para 65%, reduzindo o intervalo entre partos e recuperando o solo através de práticas intensivas de manejo e agricultura regenerativa.